Deus do Impossível
Ainda que a vida teime
Em bater-me sempre
Eu me apego a Deus
Para ele nada é impossível!
Meu Deus do impossível!
Tudo eu creio e a ele entrego
Meus desejos e soluções.
Pois nele sempre terei abrigo.
A inveja humana, a incompreensão
E a maldades sempre existirão.
Mesmo que tudo faça ao irmão
Ainda teimam na ingratidão.
Mas meu Deus e minha fé
Removem montanhas...
Trazendo-me a luz na escuridão.
Lá... Junto estará o meu perdão!
Magali Oliveira
13/-9/2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Deus do Impossível
Deus do Impossível
Ainda que a vida teime
Em bater-me sempre
Eu me apego a Deus
Para ele nada é impossível!
Meu Deus do impossível!
Tudo eu creio e a ele entrego
Meus desejos e soluções.
Pois nele sempre terei abrigo.
A inveja humana, a incompreensão
E a maldades sempre existirão.
Mesmo que tudo faça ao irmão
Ainda teimam na ingratidão.
Mas meu Deus e minha fé
Removem montanhas...
Trazendo-me a luz na escuridão.
Lá... Junto estará o meu perdão!
Magali Oliveira
13/-9/2008
Ainda que a vida teime
Em bater-me sempre
Eu me apego a Deus
Para ele nada é impossível!
Meu Deus do impossível!
Tudo eu creio e a ele entrego
Meus desejos e soluções.
Pois nele sempre terei abrigo.
A inveja humana, a incompreensão
E a maldades sempre existirão.
Mesmo que tudo faça ao irmão
Ainda teimam na ingratidão.
Mas meu Deus e minha fé
Removem montanhas...
Trazendo-me a luz na escuridão.
Lá... Junto estará o meu perdão!
Magali Oliveira
13/-9/2008
Sorria...
Sorria...
Para que seu mundo
E o meu mundo
Enfrente a dor.
Sorria...
Para quem perdoou
Para ser perdoado.
Sorria...
Para o amor
Para amar e ser amado.
Sorria...
Mesmo que
Chorando por dentro
Possa estar...
Sorria...
E desarma a tristeza
Que teima
Em nos tirar a PAZ!
Magali Oliveira
08/-9/2008
Para que seu mundo
E o meu mundo
Enfrente a dor.
Sorria...
Para quem perdoou
Para ser perdoado.
Sorria...
Para o amor
Para amar e ser amado.
Sorria...
Mesmo que
Chorando por dentro
Possa estar...
Sorria...
E desarma a tristeza
Que teima
Em nos tirar a PAZ!
Magali Oliveira
08/-9/2008
OPRESSÃO
Ando triste em desalinho
Sem entender o por que!
Ando numa saudade
Até do que ainda não tenho.
Hoje a tristeza ronda minha porta
Uma que amargura o peito
Que se entrega ao desespero
Uma dor latente!
Não me perguntem porque!
Nem mesmo eu sei
Apenas sinto em meu peito
Um choro, uma verdade latente.
Pode ser carência...
Podes ser solidão...
Pode ser saudades...
Que machuca meu coração.
Ele oprimido está
Sem razão de ficar
Mas o coração tem razões
Que a própria razão desconhece...
Então eu volto a chorar
O meu choro silencioso
Para ninguém machucar
Até a tristeza se calar.
Magali Oliveira
06/-9/2008
Sem entender o por que!
Ando numa saudade
Até do que ainda não tenho.
Hoje a tristeza ronda minha porta
Uma que amargura o peito
Que se entrega ao desespero
Uma dor latente!
Não me perguntem porque!
Nem mesmo eu sei
Apenas sinto em meu peito
Um choro, uma verdade latente.
Pode ser carência...
Podes ser solidão...
Pode ser saudades...
Que machuca meu coração.
Ele oprimido está
Sem razão de ficar
Mas o coração tem razões
Que a própria razão desconhece...
Então eu volto a chorar
O meu choro silencioso
Para ninguém machucar
Até a tristeza se calar.
Magali Oliveira
06/-9/2008
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